Mega-doses (de amor)

Hoje, como todos os dias, foste a chave para abrir a porta a um caminho onde poderei ser feliz. Foi graças a ti que hoje tive forças para contar à psiquiatra aquilo que se passava – o que a levou a aumentar a minha medicação, mas não me importo – e a enfrentar o que tu sabes que era (e é) o meu maior problema. Não sei quando vais ler isto, mas deixo aqui para saber que no dia 17 de Novembro de 2014, tu podes ter salvo a minha vida do seu prematuro fim.

Ajudaste tantas pessoas a tentar ver e aceitar aquilo que eu tenho. Tal como a psiquiatra disse “não os podes mudar, eles já não vão mudar” e foi isso que me disseste durante meses. Nesses meses em que quis desistir, mas não o fiz apenas por tua causa. Não era capaz de abandonar a pessoa que mais amo neste mundo, a pessoa que mais me apoia, a pessoa que mais me acarinha – a pessoa mais importante da minha vida.

Tu soubeste pôr em palavras aquilo que eu não fui capaz durante muito demasiado tempo. O que eu tenho é como o tempo: não se controla, não se percebe. Temos de aceitar que de manhã pode radiar o sol e ao fim da tarde podem haver tempestades e trovejos e relâmpagos.

És o meu pilar, o meu porto de abrigo. Eu estremeci e senti-me minúscula. Só o teu toque e a tua presença me ajudaram.

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